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sábado, 10 de abril de 2010

SERRA PRESIDENTE!

PSDB apresenta Serra como nome do partido à sucessão presidencial


Por - Fabrícia Peixoto
Da BBC Brasil em Brasília
(José Serra aparece junto com Aécio Neves em telão, durante reunião do PSDB (Foto: Fabrícia Peixoto)

Em uma festa com a presença de aproximadamente duas mil pessoas, em Brasília, o PSDB lançou neste sábado o ex-governador de São Paulo, José Serra, como nome do partido à sucessão presidencial. Serra teve de enfrentar a superlotação do centro de convenções do edifício Brasil 21, onde foi recebido por volta das 10h30, ao som da canção Chão de Giz, interpretada por Elba Ramalho.

Durante todo o evento, os discursos enfatizaram a "união" em torno de José Serra, não apenas dentro do PSDB, mas também na relação com os partidos da base aliada, sobretudo DEM e PPS.

A demonstração de uma imagem de consenso ocorre após o partido ter discutido, ao longo dos últimos meses, a possibilidade de a agremiação vir a apoiar o então governador de Minas Gerais, Aécio Neves, à presidência. "A essa altura da vida posso dizer com franqueza o que penso: a felicidade de ver ali o futuro presidente do Brasil, José Serra, e a seu lado, o futuro do Brasil, Aécio Neves", disse o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, sob forte aplauso.

Logo na entrada do auditório, o principal painel mostrava uma foto de Serra e Aécio, apertando as mãos. Os organizadores do evento, porém, tomaram o cuidado de não apresentar o ex-governador de Minas como vice em uma futura chapa com José Serra, já que Aécio vem demonstrando sua preferência por disputar uma cadeira no Senado.  A formalização da candidatura tucana, assim como o nome do vice, precisa ainda passar pelo crivo da convenção partidária, prevista para junho.

'Experiência'

Em seu discurso, que durou quase uma hora, Serra deu ênfase a seu currículo e a fatos relevantes de sua história política e pessoal, deixando as críticas ao atual governo em segundo plano. O ex-governador comentou a sua vida no exílio, seu papel como ministro da Saúde e no governo de São Paulo e até seu perfil escolar quando criança. "Em aplicação eu era ótimo. Comportamento vinha sempre em vermelho", disse.

Em diversos momentos Serra usou a frase de que "o Brasil pode mais", expressão adotada em sua despedida do Palácio dos Bandeirantes e que deve permear seus discursos daqui para a frente. Sem citar diretamente o governo do PT, Serra criticou "aqueles que fomentam a divisão entre ricos contra pobres". "É deplorável que haja gente que queira dividir o país, não aceito o raciocínio de nós contra eles", disse.

'Marketing'

Enquanto Serra optou por um discurso que ressaltava sua experiência, os aliados presentes não mediram esforços em criticar o governo Lula. O alvo principal foi o que chamaram de "marketing" das obras anunciadas pela gestão petista. "Não vi a transposição do Rio São Francisco. Que porto novo foi feito? Um milhão de casas? Tampouco vi", disse Fernando Henrique.

"Vamos querer um Brasil que transforma tudo em marketing ou vamos querer um Brasil que construa um futuro?", acrescentou o ex-presidente. O presidente dos Democratas, Rodrigo Maia, e o do PPS, Roberto Freire, também fizeram fortes críticas ao governo Lula em seus discursos.

Todos os discursos do dia, de alguma forma, também trataram de posicionar o ex-governador como um a opção "conhecida e portanto de confiança", em uma espécie de comparação velada à ex-ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, nome do PT à presidência.

O fato de a ex-ministra nunca ter concorrido a um cargo eletivo é visto por tucanos como um dos principais trunfos de Serra na disputa eleitoral. O evento foi encerrado com um jingle pró-Serra, com a mensagem de que "quando se conhece bem uma pessoa, logo se sabe se é gente boa".



quarta-feira, 7 de abril de 2010

Itabuna Centenária

:Vocês sabiam que Gonzalez Pereira foi o primeiro assessor de imprensa da Prefeitura de Itabuna?
O primeiro “assessor de imprensa” da Prefeitura Municipal de Itabuna, foi Gonzalez Pereira, na década de 60, quando a Prefeitura ainda funcionava na Praça Olinto Leone. O Prefeito era Fernando Cordier e o Presidente da Câmara era Gerson Souza.

Quem indicou Gonzalez para o cargo, foi o então jovem vereador (21 anos) Eduardo Anunciação. Como não existia o cargo, Gonzalez foi nomeado “Chefe da Divisão de Cultura e Pesquisas Pedagógicas”, e oficialmente, sua chefe era a então Secretaria de Educação, Profa. Helena de Borborema.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Serra Presidente!

Conheça e compare as biografias de Serra e Dilma. E apresente os candidatos para o maior número de pessoas.




José Serra tem 68 anos, é paulista, filho único de imigrantes italianos, o pai vendedor de frutas no Mercado Público, foi criado numa vila operária da Moóca, em uma pequena casa quarto e sala, geminada com outras 24, em São Paulo.


Dilma Rousseff tem 62 anos, é mineira, filha de um imigrante búlgaro, rico empreiteiro e dono de construtora, proprietário de dezenas de imóveis em Belo Horizonte; foi criada em um grande e espaçoso apartamento em Belo Horizonte.


Quando Serra tinha 11 anos, sua família mudou para outra pequena casa, na Vila Bertioga, então "periferia" de São Paulo (o bairro não tinha luz na rua, calçamento e rede de esgotos). Ajudava seu pai no mercado e, no científico (Ensino Médio) já dava aulas particulares de matemática para se manter.


Imóvel não era problema para a rica família Rousseff, que passava férias no Rio. Um dos espaçosos apartamentos foi cedido para Dilma utilizar, exclusivamente, como esconderijo seguro para os grupos terroristas dos quais participava, que pouco tempo depois viriam a praticar atentados, roubar e seqüestrar.


Aluno de escola pública, Serra conseguiu entrar da Escola Politécnica de Engenharia, e, no início dos anos sessenta, vinculado à política estudantil, foi presidente da União Estadual de Estudantes, de São Paulo, e da União Nacional dos Estudantes, com apoio da Juventude Católica. Democrata, sempre usou o palanque e a tribuna como armas.


Dilma, por sua vez, neste mesmo período, fazia política estudantil nas escolas mais burguesas de Belo Horizonte. Em 1963, ingressou no curso Clássico e passou a comandar uma célula política em uma das mais tradicionais escolas da cidade, onde conheceu futuros companheiros de guerrilha, como o ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel.


Perseguido pelo golpe de 1964, Serra exilou-se na Bolívia e, posteriormente, na França, retornando ao Brasil em 1965, na clandestinidade. Ainda neste ano, foi para o Chile, onde ficou durante oito anos. Com a queda de Allende, foi preso no Estádio Nacional, mas conseguiu sair e rumou para a Itália e, depois, para os Estados Unidos. Teve uma vida extremamente produtiva no exílio, onde adquiriu sólida formação acadêmica, atuando como professor e consultor.


Em 1964, Dilma começou a conviver com terroristas de esquerda, iniciando a sua carreira como militante na luta armada. Neste período ingressou na POLOP, Política Operária, onde militou até ingressar na universidade.


Em 1967, Serra casou-se com a bailarina chilena, depois psicóloga, Mônica Allende, com quem tem dois filhos e três netos e continua até hoje casado.


Dilma também se casou em 1967, com o terrorista e guerrilheiro Cláudio Galeno de Magalhães Linhares ("Aurélio", "Lobato"). Quando o primeiro marido a deixou, para ir cumprir missões guerrilheiras em outros países, seqüestrando um avião no Uruguai, por exemplo, teve um segundo casamento com Carlos Franklin Araújo, com quem teve uma filha. Desde 2000, não está casada.


Serra interrompeu a sua formação acadêmica em função do exílio, que impediu que seguisse a carreira de Engenheiro. No entanto, no Chile, fez um mestrado em Economia e foi professor de Matemática na CEPAL. Posteriormente, nos Estados Unidos, fez mais um Mestrado e um Doutorado na prestigiada Universidade de Cornell.Trabalhou dois anos em Princeton, um dos templos do conhecimento mundial. Tem uma das mais sólidas formações na área no Brasil.


Dilma ingressou em 1967 na faculdade de Ciências Econômicas da UFMG. Ali participou da criação do sanguinário grupo COLINA, Comando de Libertação Nacional. Posteriormente, participou ativamente da fusão entre a COLINA e a VPR, Vanguarda Popular Revolucionária, quando surgiu a violenta VAR-P, Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, responsável por dezenas de crimes contra civis e militares.


Serra permaneceu 13 anos longe do Brasil. Retornou em 1977, dois anos antes da Lei da Anistia, sendo um dos únicos que voltou sem nenhuma garantia de liberdade e ainda com os direitos políticos cassados, correndo o risco de ser preso.


Enquanto isso, Dilma estava na clandestinidade, participando de ações armadas, recebendo treinamento para guerrilha no exterior, ministrado por organizações comunistas internacionais. Aprendeu a usar o fuzil com maestria, especialmente na atividade de montá-lo e desmontá-lo no escuro. Foi presa em 1970, permanecendo nesta condição até 1973.


Em 1978, Serra iniciou a sua carreira política, que este ano completa 32 anos. Teve sua candidatura a deputado impugnada, sob a alegação de que ainda estava com os direitos políticos suspensos. Foi admitido como pesquisaddor do Cebrap, editorialista da Folha de São Paulo e professor de Economia na UNICAMP, onde ficou.


Em 1973, Dilma Rousseff retomou o curso de Economia na UFRGS, no Rio Grande do Sul, onde estava preso seu segundo marido, Carlos Araújo. Ingressou, junto com o marido, no PDT e recebeu um cargo de estagiária na Fundação de Economia e Estatística, em 1977. Em 1978, Dilma Rousseff começou a fazer as disciplinas do mestrado na UNICAMP e, depois, sem apresentar a dissertação, as cadeiras do doutorado. Jamais concluiu qualquer um deles. Durante anos, o seu currículo oficial , em sites oficiais, mentiu que ela tinha concluído os dois cursos quando, na verdade, mal cursou os créditos, que representa quando muito 10% de um título acadêmico strictu sensu.


Em 1983, Serra iniciou, efetivamente, a sua carreira como gestor, assumindo a Secretária de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo. Braço direito do governador Montoro, arrumou as finanças do Estado, organizou os investimentos e deu força à Educação e à Saúde.


Em 1985, Dilma assumiu a Secretaria Municipal da Fazenda, em Porto Alegre, no governo do pedetista Alceu Collares, com quem tem uma dívida de gratidão. Hoje Collares é conselheiro de Itaipu, recebendo um gordo salário e jetons.


Em 1986, Serra foi eleito deputado constituinte, dos mais votados do Estado. Foi o deputado que aprovou a maior proporção de emendas na Constituinte: apresentou 208 e aprovou 130, uma delas criando o FAT, Fundo de Amparo ao Trabalhador. Liderou toda a reformulação orçamentária e de planejamento do país, no período, que começaram a estruturar as finanças brasileiras, preparando-as para o futuro Plano Real.


Dilma saiu da Secretaria da Fazenda de Porto Alegre em 1988, sendo substituída pelo hoje blogueiro Políbio Braga, que afirma: "ela não deixou sequer um relatório, e a secretaria era um caos."


Serra foi um dos fundadores do PSDB, em 1988. Foi derrotado por Luiz Erundina, do PT, nas eleições para prefeito de São Paulo. Em 1990, foi reeleito deputado federal com a maior votação em São Paulo e a segunda do Brasil.


Em 1989, Dilma foi nomeada Diretora-Geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, na cota do marido no PDT. Alguns meses depois foi demitida, pois não obedecia a horários e faltava a todas as reuniões, segundo Valdir Fraga, o presidente da Casa, à época.


Em 1994, Serra foi um dos grandes apoiadores do Plano Real, mesmo com idéias próprias que o indispuseram, por exemplo, com Ciro Gomes. Neste ano, foi eleito senador por São Paulo, com mais de seis milhões de votos. Em seguida, assumiu o Ministério do Planejamento.


Em 1995, Dilma Rousseff voltou para a FEE, mas como funcionária, já que o PDT havia perdido a eleição. Ali editou uma revista de indicadores econômicos, enquanto tentava acertar o seu “doutorado” na UNICAMP.


Em 1998, José Serra assumiu o Ministério da Saúde. Criou os Genéricos, implantou em todo o Brasil o Programa de Saúde da Família, fez os mutirões e o Programa de Combate a AIDS. Criou a ANS e ANVISA. Foi considerado, internacionalmente, como uma referência mundial em gestão na área.


Em 1998, na cota do PDT, Dilma é presenteada com a Secretaria de Minas e Energia, no governo petista de Olívio Dutra, eleito governador gaúcho. Vendo que o partido de Brizola estava decadente, largou o trabalhismo e ingressou no PT, em 2001.


Em 2002, Serra candidatou-se à Presidência, sendo derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno.


Em 2002, Dilma foi nomeada ministra das Minas e Energia do governo Lula, puxando o tapete de Luiz Pinguelli Rosa, mestre em Engenharia Nuclear e doutor em Física, que coordenava o grupo de transição.


Em 2004, Serra elegeu-se Prefeito de São Paulo.


Em junho de 2005, Dilma assumiu o lugar de José Dirceu, o chefe da sofisticada organização criminosa do mensalão, sendo saudada por ele como “companheira de armas e de lutas”, em memória aos tempos da guerrilha.


Em 2006, Serra elegeu-se Governador de São Paulo, cargo que exerceu até o último dia 31 de março de 2010. É o candidato natural da oposição à Presidência da República.


De 2006 para cá, Dilma vem sendo imposta e empurrada goela abaixo por Lula como a candidata biônica do PT à presidência da república. No dia 20 de fevereiro de 2010, foi ungida, sem nunca ter conquistado um só cargo público pelo voto ou por concurso, a candidata da situação à sucessão de Lula.


Este currículo comparado não tem autoria conhecida, está circulando pela internet, mas é uma bela compilação de informações. Copie e envie para todos os seus amigos, conhecidos, colegas, parentes.
Faça um bem para o Brasil. Faça um bem para as pessoas. Ajude a desmanchar a maior mentira que já inventaram na história deste país: a Dilma



domingo, 4 de abril de 2010

Serra Presidente!

Serra começa a viajar pelo Brasil 
Agência Estado

O candidato tucano à Presidência, José Serra, começa a viajar pelo País na próxima semana. Em conversa com o Estado, Serra disse que dará a largada no roteiro de viagens logo depois do dia 10, quando apresentará sua pré-candidatura em encontro nacional do PSDB, do DEM e do PPS.


A agenda só será definida nos próximos dias, em reunião com o coordenador geral da campanha, que já está escolhido: o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE).


Nos bastidores, tucanos e aliados ensaiam um debate em torno de uma preliminar: Serra deve abrir a agenda pelo Nordeste, na tentativa de reduzir a vantagem da adversária petista Dilma Rousseff na região, ou o melhor é centrar esforços nos Estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, onde ele lidera a disputa? Os pragmáticos do PSDB dizem que o candidato não entrará nesta discussão e antecipam: o roteiro vai começar pelos locais nos quais não há conflito entre os aliados, não importando a região.


O pernambucano Sérgio Guerra é um dos que defendem que o pré-candidato trabalhe mais o Nordeste e dê prioridade à região. Avisa, no entanto que "não será nada radical". Ele reconhece que Dilma se aproveita das "facilidades" que tem no Nordeste, a partir da popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e por isto mesmo, diz ele, "anda por aqui todo dia".


Da mesma forma, o coordenador da campanha vai recomendar a Serra que invista também nos locais onde ele já está bem e lidera as pesquisas de intenção de voto. O objetivo, neste caso, é consolidar o que foi conquistado e, principalmente, alargar a vantagem.


Dentro deste raciocínio, um dos primeiros destinos do pré-candidato tucano deve ser o Paraná. Andar agora pelo Estado é bom para pegar o embalo do crescimento recente do ex-prefeito de Curitiba e pré-candidato do PSDB a governador, Beto Richa.
 
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.