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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Psicóloga explica como Papai Noel pode influenciar na educação dos pequenos

Usar o personagem para combater atitudes erradas da criança pode ter efeito inverso

 Muito se discute a respeito do quanto voltadas apenas para questões comerciais estão as datas comemorativas como o Natal. No entanto, segundo a psicóloga Sônia Bagatini, apesar dessas mudanças de valores, os símbolos natalinos têm um papel cultural importante, reforçando nos pequenos o cultivo de valores positivos.

Para a especialista, esses símbolos devem ser inseridos ainda nas vivências da primeira infância da criança através do exemplo dos pais ou dos adultos responsáveis. Se eles forem apresentados de maneira positiva, são capazes de influenciar na educação dos pequenos.
— O Papai Noel é a parte mágica de toda essa história. Ele surge para reforçar valores e crenças por meio de conversas entre as crianças e os adultos. Depois, na entrega dos presentes, o amor que todos merecem é desencadeado pelos símbolos — diz a psicóloga.

No entanto, uma prática bastante comum é barganhar com a criança o seu "bom comportamento" em troca de presentes. Essa, segundo Sônia, é uma prática absurda pois prega que tudo o que a criança faça pode ser trocado por algo material que a satisfaça.
— Infelizmente, o Papai Noel tem sido usado para assustar. Isso está tão errado quanto os pais que, por exemplo, prometem uma bicicleta no Natal se a criança for aprovada na escola — alerta.
Sônia chama a atenção de pais e cuidadores para a possibilidade de que a criança se sinta frustrada e mal interpretada quando posta diante de suas dificuldades, em situações nas quais a figura do Papai Noel é posta como se ele fosse um censor moral.

— Por exemplo, se a criança ainda faz xixi na cama, é comum ela ser humilhada na frente dos familiares nessas datas, o que gera muita frustração — afirma.
O ideal, de acordo com a profissional, seria comemorar o Natal como o momento em que Noel venha reforçar tudo aquilo que a criança tem de positivo, servindo de estímulo para que ela se motive a conquistar mais comportamentos positivos.

— Os resultados seriam bem melhores — frisa a psicóloga que assessora a diretoria da organização filantrópica SOS Casas de Acolhida, que cuida de crianças vítimas de violência de zero a seis anos.
Percebido pela sociedade como um pai carinhoso que chega às famílias de todo o mundo uma vez por ano, o comportamento do bom velhinho deve ser o daquele que reconhece as potencialidades da criança, que reforça os valores positivos e, assim, retribui com o presente.

— Isso é Natal de verdade, pois para a criança o julgamento não é importante, muito menos em público — reforça a psicóloga.
zero hora 

Música para um Feliz Fim de Ano:

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