Vamos salvar o Rio Cachoeira! É o nosso maior patrimônio. Não jogue lixo em seu leito. Povo limpo, cidade civilizada... Vamos preservar a nossa história.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Diário de Itabuna na época um grande jornal


Arquivos do Diário de Itabuna tem histórias


O jornal "Diário de Itabuna" caso estivesse em circulação completaria no último dia 20 de outubro 52 anos de existência, já que o jornal descendente do "O Intransigente" surgiu de uma iniciativa dos jornalistas da época: Otoni Silva, Gerson Souza (seu irmão) e Zildo Guimarães.

Mais tarde, adquirido pelo empresário (que parou no tempo) José Oduque Teixeira, teve na sua linha editorial grandes nomes do jornalismo regional e estadual.


Entre eles, José Pinheiro, Waldeny Andrade, Celso Rocha, Plínio de Almeida, Raimundo Osorio do Couto Galvão, Telmo Padilha, Ariston Caldas, Adilson Cdzimbra (Dikas) Pedro Ivo Bacelar, Serafim Reis, Edvaldo Oliveira, Ricardino Batista, Vily Modesto, Nilson Andrade, Kleber Torres, Valdenor Ferreira, Ederivaldo Benedito, Juarez Viceente, Everaldo Benedito, Eugênio Ramos e muitos outros, hoje alguns entre nós e outros no "andar de cima"


A realidade é que o Diário de Itabuna, além de ser uma folha informativa e opinativa, vivendo a glória do Cacau, foi também uma grande escola do jornalismo regional. Na época não existia faculdades de jornalismo. Por isso todos esses nomes, com o jornalismo no sague, se tornaram em profissionais de renomes.



No Diário de Itabuna, onde iniciamos nossa carreira, prestamos serviços durante 25 anos. O DI, como era mais conhecido por seus leitores,  circulando 5 mil exemplares em toda região, incluindo Salvador e Brasília, fechou suas portas em 11 de Janeiro de 1995.


Informam que, os seus arquivos, foram doado pelo empresário José Oduque Teixeira à Universidade Estadual de Santa Cruz. Neste arquivo se encontra a história viva de  um momento de glórias  do nosso cacau e da região e de Itabuna.


 Fazemos essa homenagem porque essa data não poderia passar em branco.