Lixo

Itabunense seja educado não jogue lixo na rua e nem no Rio Cachoeira. A Natureza agradece!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Editorial:

TRISTE BAHIA.


O abandono do Sul da Bahia é histórico. Nós só somos visitados e paparicados na hora de votar. Depois, entra Governador, sai Governador, e o Sul da Bahia permanece sem receber nenhuma atenção. Mas a coisa agora degringolou de vez.

Agora é a Bahia inteira que vive a triste experiência do sul do estado. Jacques Wagner conseguiu suplantar a mediocridade do Governo Waldir Pires, - o Waldir Moleza - coisa que se julgava impossível. Não tem um setor que se diga: “Deus te benza!”!

Para se ter uma idéia a que ponto chegamos, basta usarmos como exemplo, a denúncia do Senador César Borges, de que o Estado da Bahia, tinha à disposição, no ano passado, 42 milhões e 700 mil reais para serem aplicados na segurança pública e o Governador Jaques Wagner simplesmente gastou apenas 4 milhões e pouco desse montante.

É por essas e outras que o crime organizado - e desorganizado - campeia livremente em terras baianas; a violência explodiu de forma espantosa e a insegurança pública é uma constante, além de outras mazelas no setor de segurança.

Aqui em Itabuna, o Presídio joga esgoto num riacho, que antigamente era usado por moradoras de Nova Ferradas (Vila Esperança) para lavar roupas e o Departamento de Polícia Técnica (IML) está caindo aos pedaços, sem nem mesmo ter auxiliares de necropsia, uma vez que acabou o contrato com a firma que terceiriza o serviço, sem que se tenha tomado providências para resolver a questão. Isto sem falar na falta crônica de policiamento.

Coisas que poderiam ser resolvidas com os 38 milhões de reais que estavam à disposição do Governo do Estado e que, por incompetência, não foram utilizados.

E por cima da queda, o coice: Tarso Genro, que é do PT, como Wagner, ameaça suspender as verbas do Pronasci, para a Bahia, por conta da baixa eficiência do governo de seu correligionário. Ou seja, todos os baianos vão pagar o pato.
Ou continuar pagando...
É o cumulo do absurdo.