Vamos salvar o Rio Cachoeira! É o nosso maior patrimônio natural. Não jogue lixo em seu leito.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Inspiração Única

Ao poeta Telmo Padilha In-memorem

Mais um dia amanheceu...
Não era um dia qualquer!
De raios de luzes no espaço azul
Pois dentro da retina dos teus olhos negros vi o amar
- Corri ao micro-processador!
Para um lírico poema digitar
Aquele momento em flor!
Deixei aflorar minha inspiração
Usei todos os meus sentimentos
Naquele momento de um verdadeiro amor
De repente um tormento em minha mente...
Tudo apagou!
Lá se foi embora o epílogo
Do meu poema de amor quase inscrito
Que dor! Que dor!
Que raiva do computador!
Não salvei a história do nosso amor!
Triste tecnologia!
Ah! Que saudade do “tique-tac, tique-tac” da minha maquina.
De datilografia...

Neste momento, queremos desejar a todos os meus amigos e leitores desse blog, um Ano Novo cheio de paz e luz... Todos protegidos pelo nosso Pai Superior, torcendo para que todos dividam o pão, não só no Natal, mas permanentemente!
Dentro das benções de DEUS!!!
Joselito dos Reis

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Ofurôs são construidos na BR-101


O flagrantes das fotos demonstram a arte do artista José Raimundo (baixinho do barril), hereditária. Sua oficina de barris e ofurôs, fica localizada em frente ao Posto Lorena, quilometro 482, da BR-101, entre os municípios de Itajuipe e Uruçuca-Bahia. Ele tem desejo de mostrar sua arte no programa de Gugu (SBT) ou Faustão (Globo). Trata-se de uma arte milenar e já em extinção, por esse motivo o artista já foi convidado para os Estados Unidos, mas "Baixinho do Barril" confessou a Expressão Livre, que não deixa o Brasil por nada. Nessa arte, não se usa cola ou prego, somente o calor do fogo. José Raimundo, merece atenção especial!

O que é Ofurô!

Uma Tradição Japonesa
Ofurô, literalmente, “O sublime lugar do calor”.
Contam as antigas escrituras Japonesas que graduados Monges Zen, quando construíam Monastérios (século XII), primeiro montavam uma sala de meditação com um Ofurô anexo, para depois dar inicio a construção do prédio principal.
Os Samurais (Século IX ao XIX), bravos guerreiros com seus rígidos códigos de Honra, adotaram a filosofia Zen para manterem um autocontrole da mente mesmo sob combates mortais. A prática do Zen incluía entre outras coisas o banho de Ofurô para uma purificação mental.
No Japão de hoje, onde existe um grande respeito por suas tradições seculares, o costume do banho de Ofurô, ainda é uma atividade familiar diária. Na forma tradicional, o banho de ofurô é de uso coletivo e tem mais função de higiene mental do que de limpeza física. Para que a água possa ser compartilhada por todos da família sem a necessidade de trocá-la, a higiene física, deve ser feita fora do ofurô.
O ato de lavar-se e enxaguar-se têm uma seqüência ritualística, e é feito num espaço em frente ao ofurô sobre um estrado de madeira. Inicia-se molhando o corpo com água retirada do ofurô com um balde de madeira, tornando-o sobre a cabeça. Depois de todo ensaboado, sentado em uma banqueta de madeira, torna-se mais água do ofurô sobre o corpo até retirar todo resíduo de espuma, para então entrar no ofurô e deleitar-se da água limpa e bem quente, acima de 40ºC.
A estética Zen - O uso popular da madeira na arquitetura Japonesa, tem como base o conceito Zen da simplicidade estética. Simplicidade como expressão visual é o resultado da eliminação continua de supérfluos, na redução da forma, espaço, motivos, funções, e materiais, para um mínimo necessário de modo a cumprir com o propósito da existência. Nenhum artificialismo ou sofisticação deve esconder a verdadeira essência do material e suas propriedades naturais. A reação emocional será imediata e profunda.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008



Ray Nascimento do Diário da Tarde para o Rádio

Reconhecido como um dos principais repórteres do radio comunicação do Sul da Bahia, o radialista Raimundo Silva Nascimento (Ray Nascimento), nasceu em São José de Buerarema, na Fazenda Coalha, em 12 de Setembro de 1960, hoje São José da Vitória, nome que recebeu após o distrito emancipar do município de Buerarema.
Chegou a Itabuna
O nosso querido Ray Nascimento chegou a Itabuna com apenas dez anos de idade, ao lado de seu Pai, Antonio Gomes Nascimento e sua mãe Darci Macedo Silva. Sua mãe natural do município de Cansanção, norte da Bahia, devido à seca veio morar na cidade de Ibicaraí, quando conheceu Antonio Gomes e se casaram.
Nasceu Ray Nascimento
Após o enlace, fixaram residência na região de Buerarema (São José da Vitória) quando nasceu o polivalente Ray Nascimento e mais três irmãos. Em seguida vieram para Itabuna, aqui se instalaram no bairro da Bananeira. Mais tarde, devido a uma grande enchente do Rio Cachoeira foram morar no bairro Lomanto. Ainda criança Ray Nascimento iniciou seus estudos nos colégios Felix Mendonça, Neiva Sâmara, Ciso, IMEAM e Colégio Estadual de Itabuna, concluindo o seu segundo grau. Não seguiu os estudos devido às dificuldades financeiras da época.
Trabalho informal
Sua trajetória profissional teve inicio, informalmente, vendendo salgados e outras mercadorias pelas ruas de Itabuna para ajudar a renda familiar e manter os seus estudos.
Seu primeiro emprego
Com orgulho disse que o seu primeiro emprego foi no inesquecível Diário da Tarde de Ilhéus, entregando jornais a assinantes, inclusive de Itabuna. Demonstrando competência, mais tarde assumiu a Sucursal do veiculo de comunicação nesta cidade, ao lado do poeta Pinheiro. Com tristeza fala do fechamento do jornal, Diário da Tarde, fato que aconteceu nos anos 90, após circular 78 anos e sendo o jornal impresso mais antigo da região cacaueira e com mais tempo de circulação, ao lado do também extinto Diário de Itabuna. O repórter lembra também, com muita saudade dos seus companheiros, quando o jornal era dirigido por Ariston Cardoso e Francisco Cardoso. “No dia que o jornal fechou foi um dos dias mais tristes de minha vida” ressalta, quando lembrou também de sua pequena passagem pelo Diário de Itabuna, sendo encarregado da distribuição dos jornais na cidade de Ilhéus. O Diário de Itabuna fechou as portas em 11 de janeiro de 1995.
Robério Menezes o convidou para o rádio
Foi aí que surgiu a sua vocação para o rádio com um grande conhecimento com o radialista Robério Menezes, que naquela época, foi uma espécie de professor do rádio e revelou muitos radialistas – entre eles – Zé Hamilton, Manuel Messias, Cacá Ferreira, Nadson Monteiro, Marcelo Soares, Marcos Soares, Osvaldo Monteiro (Biro-Biro) e muitos outros. Convidado por Robério Menezes, o novo radialista abraçou a oportunidade, participando de uma entrevista no programa “Maratona Esportivo” que era programado aos domingos antes das transmissões esportivas, onde eu também participava, sendo o responsável pelo quadro do automobilismo e transmito pela Rádio Jornal de Itabuna. Emissora que ficava localizada na Praça José Bastos, 02 (Funcionava no térreo o jornal Diário de Itabuna).
Contratação pela Difusora
Após alguns testes, já pela Rádio Difusora Sul da Bahia e, também, a cargo de Robério Menezes, Ray Nascimento usou o microfone pela primeira vez, como repórter de pista, cobrindo um jogo da Seleção de Itabuna, no Itabunão, quando foi revelação, contratado de imediato e, sendo comparado até mesmo ao saudoso Lima Gallo que já tinha sido elogiado pelo saudoso jornalista e professor Raimundo Osório Couto Galvão, na sua coluna “Contexto” publicada diariamente pelo extinto Diário de Itabuna ao repórter da Rádio Globo do Rio de Janeiro, Kleber Leite, hoje presidente do Flamengo. Daí para frente Ray, se tornou uma grande revelação do rádio Grapiúna e hoje um profissional premiado, reconhecido e respeitado por todos, principalmente, devido, a sua atuação marcante pela humildade em todos os setores do rádio, seja como repórter, seja como apresentador, ou seja, como cidadão comum.
Tempo no jornal e no rádio
Com 18 anos no jornal por onde passou e, hoje, com 16 anos atuando no rádio regional como um grande profissional e querido por todos que lhe rodeiam, Ray Nascimento se tornou um profissional exemplar do setor e ajuda no desenvolvimento e progresso de Itabuna como um grande comunicador do rádio ajudando toda a comunidade com sua informação segura e transparente. Prole de quatro irmãos, solteiro Ray tem quatro filhos Vinicius, Maissa, Raissa e Suélem . Com um grande relacionamento com toda a comunidade de Itabuna, reside no bairro Sarinha, nesta cidade.


(No mais queremos dizer, como a frase do mês que;”a água e o sangue de Deus, sem ela não geraria o nosso sangue! Você não acha? Por tanto a zele com muito carinho”).

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Os soldados "graduados" de Azevedo!

Os soldados de Azevedo que abraçaram a sua campanha desde o início. A primeira visita (caminhada) aconteceu na feira-livre dos bairros Califórnia/Fátima. Em frente a Igreja de Nossa Senhora de Fátima, Azevedo e Vieira deram o seu primeiro discurso e pediram a bênção de Nossa Senhora: De lá para cá, a campanha ganhou corpo e colocou Azevedo em primeiro lugar nas pesquisas, mas a luta para que isso acontecesse foi imensa, o desgaste físico e mental foi grande, mas o carinho do povo com Azevedo supriu a tudo. As crianças deram um show a parte!


João, um batalhador

Elizeane Souza, apoio no Comitê



Sargente Gilson o grande coordenador
Um grande soldado



Ney, um defensor do comitê
gela e Chaparral Júnior, dois grandes guerreiros rilene, uma grande guerreira



Eliomar e Marcos, pelos bastidores






Bigode, ao lado de Zezão, duas figuras marcantes



Soldado provocando o adversário!

Estrela, sua bandeira é seu símbolo

O soldado flamenguista, sempre presente





Artur Sampaio, sempre presente


Mara, blusa verde, sempre ao lado de Azevedo



Fubá, um grande colaborador

Dagô, grande destaque
Zenildes, blusa verde, uma defensora de Azevedo

Joselito, defensor linha de frente






Mulher guerreira, esta sim!



Mestre Domingão, uma marca de defesa



Paulo Lima, um guerreiro






José Hugo - Emasa







Macelino, Sec. de Agricultura







João da Toca



Valdir, Calúdio e Ewerton, linha de frente




Zé Carlos - Veterinário, esse é de raça!



Martinha



Capenga e Zelito



Flavios - Advogado



Pedro Vivas, advogado ao lado de Artur, Vilazara





Caneta, linha de frente





Soldada serena, linha de frente



Gilmar, linha de frente





Ronaldo, Carro de Som



Fernandão e Tadeu, colagem e fogos





Waldir Gomes, Jornalista, registra todos os fatos





Wesley, excelente trabalho de comando




Chaparral, guerreiro da divulgação




Almerindo, Emasa e João, Maria Pinheiro





Os soldados da colagem











Fátima, linha de frente





Mary. linha de frente






Trio, Duda Polyrodas, uma marca de alegria

Momento de entusiasmo na caminhada do dia 04, quando Azevedo reuniu mais de 50 mil pessoas, inclusive com a presença do Deputado Federal Paulo Magalhães.












segunda-feira, 29 de setembro de 2008



Edizio Santos um grande nome da impressa grapiúna

Edizio Santos é um desses profissionais que podemos dizer que conhece quase toda a história da imprensa em Itabuna e no sul da Bahia, pois já trabalhou em quase todos os veículos impressos da região. Edizio que passou toda sua infância no bairro Mangabinha, fanático pelo futebol, irmão de Wilson Santos (Carne de Boi) atuaram no futebol amador, defendendo o Botafogo do bairro da Conceição e o Flamengo como bons laterais.
Nasceu em Ferradas
Edizio, nasceu no antigo distrito de Ferradas, em 1943, filho de Antonia Santos (Dona Antoninha) e Basílio Bispo dos Santos, tropeiro, na época (Seu Bia), ambos já no andar de cima. Seu Bia, como era carinhosamente chamado por todos os seus amigos, sobrinhos e netos, como “Vovô Bia”, sepultado em Itabuna, faleceu aos 101 anos de idade. Prole de quatro irmãos do segundo casal, tendo como irmãos Eni, Marinalva, Wilson e Zélia. Antes Basílio Bispo dos Santos fora casado com a senhora Maria Gulhermina, prima carnal do escritor Jorge Amado, filha de Amália Amado e João Amado, natural de Maracás, região Oeste da Bahia, enlace onde Edizio ganhou mais cinco irmãos, Ariza, Edite, Jovelina, que foi casada com o coletor Leopoldo Freire e residiu por muitos anos na Avenida Duque de Caxias Maria, Armiro e Deraldo. Todos já falecidos. Este último meu pai, falecido em 1993.
Sua primeira profissão
Edizio Santos iniciou sua profissão como marceneiro, mas não continuou, e mais tarde ingressou no jornal onde se especializou, como impressor, de inicio no “Intransigente” e mais tarde, a convite do José Oduque Teixeira e José Pinheiro, ingressou no extinto Diário de Itabuna, local onde prestou serviços por mais de 40 anos e deu entrada em sua aposentadoria.
Arrumou o primeiro emprego dos sobrinhos
No jornal, sentindo a necessidade de dá emprego, a alguns parentes, levou para segui a carreira de jornalistas os seus dois sobrinhos: Jailton Reis Santos, há muitos anos prestando serviços na Ceplac e Joselito dos Reis, que passou por diversos veículos de comunicação região, entre eles, 25 anos de Diário de Itabuna e assessorias de imprensa, hoje presta serviços à Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa).
Outros jornais
O experiente impressor, além de trabalhar por muitos anos no Diário de Itabuna, teve breve passagem, pela Tribuna do Cacau (Itabuna), Jornal da Manhã, que pertencia ao jornalista Gerdan Rosário, hoje em Salvador, atuando na televisão e Diário da Tarde que pertencia ao empresário Ariston Cardoso, ambos da cidade de Ilhéus. O Diário da Tarde fechou as suas portas, recentemente, com 78 anos de circulação.
Infância na Mangabinha
Hoje com uma larga experiência de vida e de história, Edizio Santos aos 65 anos de idade, após residir por muitos anos nas ruas: São José, Ana Nery e São Sebastião no bairro Mangabinha, onde passou toda sua infância e onde tem um ótimo relacionamento, reside no bairro Novo São Caetano, ao lado de seu segundo casamento.
Edizio Santos é um grande nome da imprensa grapiúna.

Frase do mês:
Eleitor não venda seu voto e nem vote na contravenção. Ambos os atos são ilícitos!

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E-mail: reislito@hotmail.com

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

A Cinquentenário treme com a popularidade de Azevedo

Não tem jeito, Azevedo é o prefeito
Porque o povo quer!


Para os moradores mais antigos de Itabuna, nem Fernando, nem Geraldo conseguiu atrair tanta gente para a Avenida do Cinquentenário. Um fato que só foi possivel com o saudoso José de Almeida Alcântara prefeito de Itabuna nos anos 60. Para eles, o que leva o candidato a prefeito de Itabuna a ser assim, é o seu passado de honra e a demonstração de confiança e carisma diante da população. Hoje onde Azevedo vai visitar o povo o recebe com festa, o que está se transformando em carnal! Veja as fotos, até o PT veio participar da festa!
Azevedo 25







Não tem jeito Azevedo!!!!






Azevedo 25

Se você ainda tem dúvida de quem será o prefeito de Itabuna, tira-a Agora!
Azevedo 25

Azevedo 25